Sintep/MT afirma que governo Mauro Mendes retrocede nas políticas educacionais de MT

Para o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) o debate de Voltas às Aulas em Mato Grosso, em conjunto com o poder legislativo e demais entidades estaduais que atuam na educação, tem proporcionado uma radiografia da situação do ensino púbico e privado no estado. O cenário desde o início do governo é de desmonte, com uma Secretaria de Estado reduzindo investimentos, e, propõe para 3 de agosto um início de calendário com aulas virtuais.

Todas as semanas, desde 11 de maio, debate-se na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, as possibilidades, alternativas de retorno às aulas da rede estadual, assim como de todo o sistema educacional do estado. Mas, a Seduc/MT planejou de forma isolada, à luz de uma resolução do Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso (CEE/MT) o reinício de aulas virtuais em agosto, e presenciais no mês de novembro.

Mediante essa desarticulação, determina como será o processo e como as escolas deverão cumprir seu Planejamento Pedagógico Estratégico. “A Seduc/MT implementa projeto para as escolas de aulas virtuais sem estrutura física ou recursos pedagógicos que assegurem atendimento a todos e todas estudantes” destaca o presidente do Sintep/MT.

Segundo o Sintep/MT, o que chega das escolas é que não há previsão de novos recursos para atender os estudantes. Os professores duplicarão sua jornada de trabalho e atenderão as exigências tecnológicas por conta própria.

A política educacional do governo Mauro Mendes e, assim como no governo Bolsonaro, não atendem as necessidades da Educação pública ou privada. “A principal barreira e a ausência de uma política econômica que assegure investimentos na educação, principalmente durante o período de pandemia”, conclui Valdeir Pereira.

Assessoria/Sintep-MT

 

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